Agência Humana
Agência Coletiva
Bandura argumenta que a vida cotidiana requer o uso de todos os três modos de agência.
Sociedade individualista
- A ênfase na agência humana pode ser uma das contribuições mais positivas da perspectiva do curso de vida.
- Refere-se a "tentativas de influenciar a trajetória de vida"
- Envolve atuar como uma orientação para o futuro, com o olho para os "eus possíveis.
- Tem limites.
Albert Bandura
- Propõe que os seres humanos são agentes, o que significa que eles são capazes de influenciar intencionalmente o seu próprio funcionamento e as circunstâncias de vida.
- Dois conceitos: autoeficácia, ou senso de competência pessoal, e expectativa de eficácia, ou expectativa de que alguém possa pessoalmente alcançar uma meta.
- Apresentou a teoria psicológica da agência humana: esta teoria propõe três modos de agência humana.
Teoria psicológica da agência humana
Três modos de Agência humana:
- Agência pessoal
- Agência de Procuração
- Agência coletiva
Agência Pessoal
- Exercido individualmente
- Usa influência pessoal para moldar eventos ambientais ou o próprio comportamento.
Agência de Procuração
- É exercido para influenciar outras pessoas que tem maiores recursos para agir em nome de uma pessoa para atender às necessidades e antingir as metas.
- É exercido no nível do grupo quando as pessoas agem juntas para atender às necessidades e atingir metas.
Bandura argumenta que a vida cotidiana requer o uso de todos os três modos de agência.
Circurstâncias:
1º Indivíduos podem exercer uma ação pessoal para moldar situações.
2º Indivíduos não tem controle direto e devem procurar outros que tenham maior influência para agir em seu nome.
3º Os objetivos são apenas alcançáveis ou mais fácil e compreensivelmente alcancáveis trabalhando coletivamente com os outros.
Sociedade individualista
Opera em um modelo de agência disjunta, onde a agência reside no eu independente.
Sociedade coletivista
Opera em um modelo de agência conjunta, onde agência reside em relações entre "eus" interdependentes.
Marcus e Kitayana dizem que, indivíduos de culturas coletivistas às vezes pensam em termos de agência pessoal e indivíduos de culturas individualistas às vezes pensam em termos de agência coletiva.
As escolhas dos Indivíduos
São limitadas pelos arranjos estruturais e culturais de uma determinada época histórica.
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