sexta-feira, 17 de maio de 2019

Agência Humana em fazer escolha

Agência Humana

  •   A ênfase na agência humana pode ser uma das contribuições mais positivas da perspectiva do curso de vida.

  •   Refere-se a "tentativas de influenciar a trajetória de vida"

  •   Envolve atuar como uma orientação para o futuro, com o olho para os "eus possíveis.
  • Tem limites.


Albert Bandura

  •    Propõe que os seres humanos são agentes, o que significa que eles são capazes de influenciar intencionalmente o seu próprio funcionamento e as circunstâncias de vida.

  •   Dois conceitos: autoeficácia, ou senso de competência pessoal, e expectativa de eficácia, ou expectativa de que alguém possa pessoalmente alcançar uma meta.

  • Apresentou a teoria psicológica da agência humana: esta teoria propõe três modos de agência humana.

Teoria psicológica da agência humana

   Três modos de Agência humana: 

  • Agência pessoal
  • Agência de Procuração
  • Agência coletiva

Agência Pessoal

  • Exercido individualmente
  • Usa influência pessoal para moldar eventos ambientais ou o próprio comportamento.

Agência de Procuração
  • É exercido para influenciar outras pessoas que tem maiores recursos para agir em nome de uma pessoa para atender às necessidades e antingir as metas.

 Agência Coletiva

  • É exercido no nível do grupo quando as pessoas agem juntas para atender às necessidades e atingir metas.

   Bandura argumenta que a vida cotidiana requer o uso de todos os três modos de agência.

  Circurstâncias: 
  
  1º Indivíduos podem exercer uma ação pessoal para moldar situações.

 2º Indivíduos não tem controle direto e devem procurar outros que tenham maior influência para agir em seu nome.

 3º Os objetivos são apenas alcançáveis ou mais fácil e compreensivelmente alcancáveis trabalhando coletivamente com os outros. 


  Sociedade individualista
 
  Opera em um modelo de agência disjunta, onde a agência reside no eu independente.


Sociedade coletivista

  Opera em um modelo de agência conjunta, onde agência reside em relações entre "eus" interdependentes.

   Marcus e Kitayana dizem que, indivíduos de culturas coletivistas às vezes pensam em termos de agência pessoal e indivíduos de culturas individualistas às vezes pensam em termos de agência coletiva.


As escolhas dos Indivíduos
   
   São limitadas pelos arranjos estruturais e culturais de uma determinada época histórica.

















   

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